Em 25 de outubro de 2026, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, José Antonio Encinas Manfré, afirmou que as fortes chuvas registradas no estado não atrapalham o segundo turno das eleições. Em entrevista à imprensa no fim da manhã daquele dia, ele disse que a votação seguia dentro da normalidade em todo o território paulista. A informação foi publicada na mesma data pela fonte. Segundo o relato, a chuva que atingiu o estado durante a madrugada não impediu o andamento da votação até aquele momento.
Manfré informou que, até o horário da entrevista, apenas duas ocorrências tinham sido registradas em todo o estado. A primeira levou à mudança do local de votação em Itapevi, por causa de alagamento numa escola. Em Valinhos, uma pessoa foi encaminhada à delegacia após usar celular dentro da cabine de votação, conduta que a fonte descreve como proibida por lei. A notícia não informa, nesse ponto, o desdobramento do caso.
Balanço de urnas substituídas no estado
Um boletim do TRE paulista, divulgado às 11h, registrou 114 urnas eletrônicas com algum problema, que precisaram ser substituídas no estado. Desse total, 32 estavam na capital, quantidade que o presidente considerou baixa. Para o segundo turno, o tribunal preparou 114.605 urnas, incluindo equipamentos de contingência mantidos de prontidão para trocas técnicas ao longo da votação.
Na nossa leitura, convém separar três tipos de informação presentes no texto. A avaliação de normalidade foi dada pelo presidente em entrevista, enquanto as ocorrências e o número de urnas substituídas são dados do momento em que foram divulgados. A notícia não traz balanço posterior nem indica se novos episódios surgiram depois da entrevista.
Como ler um balanço parcial da votação
Um cuidado de comunicação é não transformar esse balanço em conclusão sobre o restante da votação. A matéria informa o cenário até o momento da entrevista e do boletim, sem projetar como a jornada seguiria. Ao usar a palavra normalidade, convém atribuí-la ao presidente do TRE-SP, sem apresentá-la como decisão formal do tribunal.
Para o público, a distinção mais útil está entre o funcionamento geral da votação e casos pontuais, como a troca de local em Itapevi e a ocorrência em Valinhos. Os dois episódios têm natureza diferente: um se relaciona às condições físicas de um local, o outro à conduta dentro da cabine. Explicar essa diferença com os fatos da fonte permite acompanhar a eleição sem presumir resultados que o texto não relata.
- O presidente do TRE-SP afirmou, em 25 de outubro de 2026, que a votação seguia normalmente em todo o estado.
- Um local de votação em Itapevi foi alterado por causa de alagamento em uma escola.
- Em Valinhos, uma pessoa foi encaminhada à delegacia por usar celular na cabine de votação.
- O boletim das 11h registrou 114 urnas substituídas, sendo 32 na capital.
- A notícia não informa o resultado de eventual apuração sobre o caso de Valinhos.
Como sugestão para conversa com clientes, a notícia pode servir para separar a avaliação dada por uma autoridade em entrevista e os dados que constam de um boletim divulgado na mesma data. Se o uso de celular na cabine for mencionado, a explicação pode registrar que a fonte descreve a conduta como proibida por lei, sem prever o resultado de eventual apuração. Assim a conversa respeita os limites do que foi informado.
Num vídeo ou post, um ângulo útil é a diferença entre o funcionamento geral de uma votação e ocorrências pontuais. Ao apresentar a notícia, o advogado pode citar a data, a fonte e os números do boletim, deixando claro que se trata de um balanço do momento. Essa forma de comunicar aproxima o público da Justiça Eleitoral com informação verificável e de fácil compreensão.
Artigo escrito a partir de publicação de Agência Brasil, de 25/10/2026. Contexto e leitura editorial são do Jurisoft News.
Leia a fonte original ↗Redação e conferência automatizadas por IA, sob linha editorial Jurisoft. O estágio dos fatos corresponde à data da fonte.