STF e nova lei reforçam autonomia da pessoa idosa em decisões sobre bens e saúde
Decisão do Supremo sobre regime de bens para maiores de 70 anos e o Estatuto dos Direitos do Paciente são marcos que contrapõem a visão da velhice como incapacidade.
Decisão do Supremo sobre regime de bens para maiores de 70 anos e o Estatuto dos Direitos do Paciente são marcos que contrapõem a visão da velhice como incapacidade.
Sentença da Vara da Família de Jaraguá do Sul (SC) negou indenização a uma jovem por entender que não foi comprovada a conduta deliberada de rejeição por parte do pai, um dos requisitos para a responsabilização civil.
Corte Especial analisa recurso que discute a manutenção do sobrenome paterno após DNA negativo. O julgamento definirá se é possível superar uma barreira processual para analisar o mérito do vínculo socioafetivo.
Alteração de 2023 no Código Civil e de Processo Civil determina que o juiz avalie a segurança da família antes de aplicar a regra da guarda conjunta.
Doação em vida, testamento, previdência privada e holding familiar são algumas das opções. A escolha depende dos objetivos da família, dos custos tributários e do controle desejado sobre o patrimônio.
A sobrecarga de mulheres que cuidam de filhos com deficiência entra no debate jurídico, com avanços em decisões judiciais e leis, mas ainda com lacunas na proteção trabalhista e previdenciária.
Procedimento gratuito é feito por videoconferência e integra uma central nacional, mas a decisão final sobre a doação após a morte continua sendo da família do doador.
Aumento eleva o valor médio para R$ 777 a partir de outubro. Análise de economista, no entanto, questiona a urgência da medida e aponta riscos fiscais em ano eleitoral.
Relatos de endividamento e impacto na educação se somam a pesquisas sobre o tema. Estatuto Digital da Criança e do Adolescente estabelece responsabilidades para plataformas e famílias.
Anúncio do casal, que já havia adotado a primeira filha, traz visibilidade ao tema da adoção e à forma como famílias são constituídas para além dos laços biológicos.
Aumento corresponde à inflação acumulada desde março de 2023 e eleva o benefício mínimo para R$ 691. Medida busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias.
Decisão da 3ª Turma considerou os vínculos afetivos formados ao longo de dois anos e o princípio do melhor interesse da criança, afastando o acolhimento institucional por questões formais.
Decisão da Justiça Federal em São Paulo considerou um documento de consentimento prévio e provas de perigo físico e psíquico, exceções previstas na Convenção de Haia.
O valor total para descontos a famílias com renda de até R$ 5 mil sobe para R$ 13 bilhões neste ano. A medida busca garantir a execução do orçamento e oferecer uma margem de segurança operacional.
Benefício para recarga de botijão de 13 kg não é mensal para todas as famílias e depende do número de integrantes registrados no Cadastro Único para definir a frequência.
Decisão em Santa Catarina considerou um relacionamento de dez anos e se baseou em fotos, mensagens e provas de vida em comum para determinar a divisão de imóveis e bens de um empreendimento.
Decisão aplicou regra do Código Civil de 1916, vigente no início da união estável, e reverteu acórdão anterior que reconhecia o direito à herança em concorrência com descendentes.
Decisão em São Paulo considerou o resultado do teste genético, feito com parentes, em conjunto com o histórico da relação familiar e o reconhecimento social da filiação.
Emendas parlamentares oferecem caminhos intermediários à proposta original de reforma do Código Civil, que previa excluir o cônjuge da condição de herdeiro necessário e da concorrência com os filhos.
Análise jurídica aponta que a condição de hipervulnerabilidade da criança com deficiência justifica a inclusão de terapias e altera a distribuição do ônus da prova no processo.
Justiça de Santa Catarina fixou indenização de R$ 100 mil por danos morais. Caso envolveu expulsão de casa, exposição nas redes sociais e intervenção do Conselho Tutelar.
Jurisprudência do STJ diferencia essa modalidade da pensão de subsistência, focando na compensação pela dedicação à família que resultou em perda econômica para um dos cônjuges ou companheiros.
Decisão do TJPR considerou que, sem a averbação do relacionamento ou prova de má-fé dos compradores, a transação é válida para proteger terceiros de boa-fé.
Decisão do TJ de Minas Gerais negou o pedido de uma jovem de 24 anos por entender que ela não demonstrou a impossibilidade de prover o próprio sustento, citando o princípio da autorresponsabilidade.
Decisão do TJ-SP reafirma que, no regime de comunhão parcial, dívidas contraídas durante o casamento são presumidas em proveito do casal, cabendo a quem alega o contrário produzir a prova.
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