O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou nesta sexta-feira (11) que o celular apreendido de Daniel Vorcaro está sob custódia da Polícia Federal. Segundo o ministro, seu gabinete possui apenas uma cópia de segurança dos dados, armazenada em um HD criptografado e lacrado. A manifestação foi uma resposta ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após um pedido de acesso ao aparelho feito pelo ministro Cristiano Zanin.
O pedido de Zanin foi motivado pela preparação para um julgamento agendado para a próxima terça-feira (11). Nessa sessão, a Corte analisará um relatório da Polícia Federal que identificou 52 mensagens de Daniel Vorcaro para o ministro Alexandre de Moraes. Para se preparar, Zanin solicitou a Fachin acesso a todo o conteúdo do celular, o que levou o presidente do tribunal a consultar o relator do caso, André Mendonça.
Pedido de acesso motivou o esclarecimento
Em sua resposta, Mendonça detalhou que a guarda do aparelho pela PF foi uma determinação sua, datada de 19 de fevereiro de 2026. Na ocasião, ao assumir a relatoria, o ministro ordenou que os materiais originais apreendidos, incluindo o iPhone 17 Pro, ficassem nos depósitos da própria corporação. A medida, segundo ele, teve como objetivo atender às exigências legais de preservação da cadeia de custódia da prova.
O ministro também esclareceu que seu gabinete recebeu, em março de 2026, um HD criptografado contendo uma cópia dos dados extraídos do telefone. O disco rígido foi entregue voluntariamente pela PF em um envelope fechado. Mendonça ressaltou que o material segue intacto e lacrado, sem qualquer tipo de manuseio ou violação até o momento.
Cadeia de custódia e a guarda da prova
Na nossa leitura, a distinção entre a prova original e sua cópia é o ponto central para compreender a notícia. A manutenção do aparelho sob responsabilidade da Polícia Federal, por ordem do relator, reforça a preocupação com a cadeia de custódia, um procedimento essencial para garantir a integridade e a validade das provas em um processo. O episódio não trata do mérito das mensagens, mas dos ritos processuais para o acesso seguro à informação pelos julgadores.
Um cuidado ao comunicar esse tema é não confundir um esclarecimento sobre a localização da prova com uma decisão sobre seu conteúdo. A notícia informa sobre a gestão do material apreendido e a dinâmica de comunicação interna no STF. A discussão sobre as mensagens e suas implicações ocorrerá no julgamento, um evento futuro e distinto do despacho que apenas respondeu onde o celular está guardado.
- O ministro André Mendonça esclareceu que o celular original de Daniel Vorcaro está sob custódia da Polícia Federal, não em seu gabinete.
- O gabinete do relator possui apenas uma cópia dos dados em um HD criptografado, que permanece lacrado e sem acesso.
- A decisão de manter o aparelho com a PF foi do próprio relator em fevereiro de 2026, para preservar a cadeia de custódia.
- O esclarecimento foi uma resposta a um pedido de acesso ao material feito pelo ministro Cristiano Zanin para se preparar para um julgamento.
Ao conversar com um cliente, esta notícia pode ser usada para explicar o conceito de cadeia de custódia. Mostre como o Judiciário adota procedimentos para garantir que a prova original não seja alterada, mantendo-a sob guarda de um órgão técnico como a PF. Isso ajuda a demonstrar que o manuseio de evidências segue regras rigorosas, o que é fundamental para a legitimidade de um processo e para a construção de confiança no sistema de justiça.
Para um vídeo ou post, o tema permite abordar a organização interna do STF e os papéis de cada ministro em um caso. Explique a função do relator, do presidente da Corte e como os demais ministros solicitam acesso às provas. Essa abordagem traduz um fato processual em uma lição sobre o funcionamento do tribunal, alinhando-se ao propósito da Jurisoft de tornar o direito mais claro e acessível ao público.
Artigo escrito a partir de publicação de G1, de 11/09/2026. Contexto e leitura editorial são do Jurisoft News.
Leia a fonte original ↗Redação e conferência automatizadas por IA, sob linha editorial Jurisoft. O estágio dos fatos corresponde à data da fonte.