Placar no STF está 4 a 2 para julgar simultaneamente a apuração sobre Moraes e a conduta de Mendonça ao pedir a investigação. Votação no Supremo Tribunal Federal ainda não foi concluída.
Plenário analisa questão de ordem sobre o rito do julgamento que envolve a conduta dos dois ministros. Placar está 4 a 1 pela análise simultânea dos casos.
Em sessão que analisa relatório da PF sobre o ministro, Dino questionou a falta de um rito para investigações entre pares e alertou para um 'caminho de dissolução irreparável' na Corte.
Plenário analisa questão de ordem para unir a apuração sobre mensagens envolvendo Alexandre de Moraes à conduta do ministro André Mendonça, antigo relator do caso.
Votação foi interrompida por pedido de vista do ministro Flávio Dino. A sessão discutia se as condutas dos dois ministros na crise envolvendo o Caso Master seriam julgadas em conjunto ou separadamente.
Medidas em 15 de setembro incluíram isolamento da Praça dos Três Poderes e proibição de celulares no plenário durante sessão que analisa mensagens relacionadas a ministro da Corte.
Durante sessão que avalia abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, o decano do STF afirmou que a condução do caso por Mendonça tem um "inequívoco viés político-eleitoral".
Sessão plenária analisa relatório com supostas mensagens trocadas com ex-banqueiro e expõe divergências internas entre os ministros da Corte. Julgamento foi interrompido e tem previsão de ser retomado.
Ofício do ministro aponta falta de previsão legal para presidente da Corte assumir relatorias e propõe análise simultânea dos processos que expõem o conflito entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
As vestes, chamadas talares, têm origem na Roma Antiga e foram regulamentadas no Brasil por um decreto de 1854. A cor preta representa a abnegação, enquanto detalhes coloridos distinguem juízes, promotores e advogados.
Em sessão plenária, ministro afirmou que a condução do caso pelo presidente da Corte contraria o regimento interno, que prevê a distribuição de processos entre os membros do tribunal.
Confronto ocorreu no julgamento que analisa relatório da PF sobre mensagens de Moraes com ex-banqueiro. Sessão também avalia pedido da PGR para anular o documento por questões processuais.
Ministro alega que medidas de Edson Fachin para assumir relatorias de processos não têm previsão legal. A sessão também analisa relatório da PF sobre o ministro Alexandre de Moraes.
Durante julgamento, Gilmar Mendes classificou a medida como um vexame institucional, enquanto Luiz Fux falou em atuação anômala da corporação e monitoramento de integrantes da Corte.
Em sessão sobre investigação de Moraes, ministro argumenta que presidente da Corte não pode destituir um relator, pois o tribunal é um colegiado de iguais.
Em sessão no STF, Marques citou seu cargo no TSE como motivo para o impedimento, enquanto Toffoli invocou suspeição por foro íntimo. O plenário analisa a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
Julgamento analisa relatório da Polícia Federal sobre suposta relação do ministro com ex-banqueiro. Antes de decidir sobre a investigação, Corte precisa avaliar pedido da PGR para anular o documento.
A troca de palavras ocorreu durante julgamento que analisa relatório da Polícia Federal sobre mensagens do ministro Alexandre de Moraes. O debate foi sobre a necessidade de pedir a palavra à presidência da Corte.
Conversas obtidas pela Polícia Federal revelam tratamento de 'irmão' e articulação de encontros. Defesa do advogado Rodrigo Fux alega tentativa de aproximação comercial que não se concretizou.
Ministro negou que seu filho tenha prestado serviços a banco citado em investigação sobre mensagens de Alexandre de Moraes. Plenário do STF discute a validade do documento.
Presidente do STF abriu sessão que avalia investigação criminal contra um membro da Corte com um apelo à serenidade e à preservação institucional, afirmando que se julgam fatos, não pessoas.
Presidente da Corte evocou a memória do tribunal na ditadura militar. Plenário analisa pedido para anular o documento antes de discutir se abre investigação contra Alexandre de Moraes.
Plenário analisa relatório da Polícia Federal que aponta mensagens entre o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do antigo Banco Master, em sessão inédita na história da Corte.
Ministério Público do Rio Grande do Sul pede o restabelecimento das penas originais do júri, enquanto defesas buscam novo julgamento ou redução. A discussão se concentra nos critérios para o cálculo do tempo de prisão.
Solicitação busca esclarecer se há relação entre o Banco Master, o Instituto Iter e a atuação do ministro em processo que envolve o município, parte em ação na Corte.
Em manifestação enviada à presidência da Corte, ministro nega irregularidades, aponta falta de correspondência em mensagens e alega que investigação foi direcionada ilegalmente por André Mendonça.
Praça dos Três Poderes será fechada com grades e manifestações deverão manter distância do tribunal durante a sessão que analisa caso relacionado ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Senadores planejam ato em comissão no mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal analisa a validade de um relatório da PF e a possibilidade de abrir apuração contra Alexandre de Moraes.
Plenário analisará em 15 de setembro um relatório da Polícia Federal e decidirá sobre a possível abertura de investigação. Votos de três ministros são vistos como determinantes para o desfecho.
Em manifestação por escrito, ministro afirma que nunca julgou processos do Banco Master e que escritório de sua esposa teve apenas um contrato com a instituição, contestando relatório da PF.
CNN Brasil·15/09/2026
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