Plenário analisa relatório da PF sobre mensagens com ex-banqueiro do Banco Master. Julgamento ocorre após Moraes acusar Mendonça de vazamento seletivo e presidente do tribunal separar os casos.
Advogados afirmam que eletricista nunca movimentou contas do Instituto Conhecer Brasil, alvo de investigação da PF por movimentar R$ 83 milhões em um ano.
Questionamento busca informações sobre um relatório de inteligência financeira sigiloso a respeito de uma autoridade com foro privilegiado, no contexto das apurações do caso Master.
Advogados alegam falta de acesso integral aos autos do inquérito que apura prejuízo de R$ 8,8 bilhões no BRB. A data original da oitiva coincidia com sessão do STF que analisará mensagens trocadas com o ministro Alexandre de Moraes.
Instituto identificou a circulação de notícias falsas que afirmam que o levantamento serviria para criar um "banco de DNA estatal", o que tem impactado a coleta de dados em todo o país.
Levantamento da Quaest mostra que a percepção sobre os ministros varia conforme a identificação política e religiosa dos entrevistados, com Alexandre de Moraes tendo mais apoio entre lulistas.
Funcionário foi absolvido em 2022 da acusação de ser mandante de um homicídio, mas um processo administrativo concluiu por sua expulsão da polícia paulista em 2023. Ele ainda responde a outras ações judiciais.
Diálogos obtidos pela Polícia Federal mostram parlamentar mencionando pedidos a ministro do STF em processos que envolviam pagamentos condicionados a decisões judiciais.
Sessão marcada para terça-feira terá leitura de relatório por Edson Fachin e manifestação da PGR antes dos votos. A participação de Moraes e Toffoli no julgamento ainda não foi confirmada.
Em nota, entidade que representa o agronegócio paulista afirma que a insegurança jurídica afeta investimentos e o planejamento de longo prazo no campo, e pede respeito à Constituição.
Decisão atende a pedido do ministro Alexandre de Moraes e ocorre na véspera do julgamento que pode abrir investigação contra ele. Material inclui relatório da PF com mensagens de banqueiro.
Decisão do ministro Flávio Dino que autorizou buscas contra Cezinha de Madureira se tornou pública. Investigação aponta que ministros eram citados, mas não há indícios de envolvimento deles nos fatos.
Decisão atende a pedido de Alexandre de Moraes e torna público um relatório do Coaf antes de sessão que discutirá a relação do ministro com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Operação autorizada pelo STF investiga o deputado Cezinha de Madureira e duas advogadas por supostamente negociarem acesso a magistrados. Investigadores esclarecem que juízes citados não são alvos.
Decisão do ministro André Mendonça atende a pedido da presidência da Corte e revela movimentações financeiras que incluem a Igreja Batista da Lagoinha, antes de julgamento sobre o ministro Alexandre de Moraes.
Estratégia articulada por Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes busca focar em preliminares para evitar que o plenário discuta o mérito das acusações contra o ministro, segundo apuração jornalística.
Expectativa no Supremo Tribunal Federal é de que a ministra se junte a outros quatro para formar maioria na sessão de terça-feira, embora uma conclusão do caso não seja esperada.
Estratégia visa registrar posições favoráveis à investigação mesmo que um pedido de vista suspenda a sessão, buscando expor a existência de uma maioria no plenário.
A entrega dos dados do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ocorre após pedido de Cristiano Zanin e Gilmar Mendes e resistência do então relator, André Mendonça. O plenário julga na terça-feira se abre investigação sobre Alexandre de Moraes.
Parecer enviado ao STF ocorre antes de sessão que pode abrir investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e menciona a necessidade de compreender a totalidade do caso
Relatório da Polícia Federal sobre troca de mensagens com ex-banqueiro será analisado em sessão extraordinária, gerando cautela entre investidores e influenciando a cotação do dólar e o índice da bolsa.
Mudanças na Lei Maria da Penha e no Código Penal tornam a monitoração eletrônica uma medida autônoma, criam o crime de vicaricídio e facilitam a execução de ordens judiciais de natureza cível.
Jornal britânico descreve disputa entre ministros como uma sombra sobre a corrida presidencial, citando o caso Banco Master e a percepção de alinhamento político no Judiciário.
Análise sobre a "guerra de ofícios" descreve como a ampliação de competência e a apresentação de múltiplos pedidos podem ser usadas para criar nulidades e concentrar poder nos ministros, em meio a julgamento sobre investigação de Moraes.
Corte analisa nesta terça-feira a regularidade de relatório da PF. A definição do quórum e a possibilidade de impedimento dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça são as principais incertezas.
Disputa interna na Corte envolve o compartilhamento de cópia de segurança do aparelho de um ex-banqueiro. Polícia Federal informou que pode fornecer o material aos gabinetes.
Pedido foi feito ao presidente da Corte, Edson Fachin, e alega que dados essenciais para o julgamento não foram tornados públicos. Procuradoria-Geral da República foi acionada para se manifestar.
Decisão do ministro Flávio Dino expõe apuração da Polícia Civil sobre o programa Wi-Fi Livre. Indícios incluem notas fiscais canceladas, pagamentos duplicados e autofaturamento por parte da ONG contratada.
Ministros divergem sobre o que será votado no caso Master nesta terça-feira. As opções em debate vão de anular o material a abrir investigação ou levar o tema para a esfera administrativa.
Daniel Vorcaro foi ouvido sobre suposto pedido de ajuda ao ministro do STF para conter investigações contra o Banco Master. Defesa indicou possibilidade de colaboração em futura delação.
G1·13/09/2026
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