Oficina pode ter de pagar perícia para provar que serviço foi bem feito
Decisão judicial pode transferir o custo da prova técnica para a empresa em disputas sobre defeitos, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor em casos específicos.
Compras, serviços, cobranças e contratos fazem parte da rotina. Veja os conflitos de consumo, o que foi decidido e quais circunstâncias pesaram em cada caso.
Decisão judicial pode transferir o custo da prova técnica para a empresa em disputas sobre defeitos, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor em casos específicos.
Para a 3ª Turma, a conduta é corriqueira e não representa um agravamento intencional do risco que justificaria a recusa da indenização pela seguradora.
Decisão considerou que, se o projeto não previa o acionamento em colisão grave, a falha está na própria concepção do sistema de segurança, e não em seu funcionamento pontual.
A 3ª Turma entendeu que a cobertura deve ser mantida até a alta médica, a estabilização do paciente ou a migração para um novo plano, mesmo que a rescisão do contrato seja regular.
Levantamento em plataforma oficial mostra que 40,6% das reclamações são sobre acesso a dinheiro e apenas 25,4% são resolvidas, apesar da existência de regra sobre o prazo.
A partir de 1º de outubro, a cobertura do exame será obrigatória para todas as pessoas com indicação médica, eliminando a regra que restringia o procedimento a mulheres de 40 a 69 anos.
Chamado por risco de vazamento de gases afeta veículos com motor 3.0. Montadora informou que fará um novo comunicado aos proprietários para agendar o serviço quando a solução estiver disponível na rede.
Medida reverte prática anterior da empresa de reduzir valores de modelos mais velhos. Reajustes chegam a R$ 2.000 e foram justificados pelo aumento no custo de componentes, como chips de memória.
Proposta da agência busca dificultar a adulteração de bebidas alcoólicas com etanol combustível. Medida provisória prevê corante verde, enquanto solução definitiva com substância amarga depende de testes.
Recomendações de Procon, Serasa e Reclame Aqui incluem comparar preços, verificar a segurança dos sites e desconfiar de ofertas veiculadas com inteligência artificial.
Decisão do Juizado Especial de Parintins (AM) considerou que extratos bancários comprovaram o uso do valor para transferências e pagamentos, afastando a alegação de desconhecimento do contrato.
A lógica dos contratos coletivos de saúde é diferente dos individuais, pois uma pessoa jurídica, o estipulante, negocia as regras para todo o grupo, e suas decisões vinculam todos os beneficiários.
Consulta deve ser feita em site oficial e devolução exige chave PIX. Parte dos valores foi usada para garantir programa de renegociação de dívidas, o que é apurado pelo TCU.
Decisão em recurso repetitivo afasta aplicação do Código de Defesa do Consumidor para o encerramento, mas exige que o banco siga regras do Banco Central e notifique o cliente.
Decisão de primeira instância em São Paulo reforça que a escolha terapêutica é do médico, e a ausência de um procedimento no rol da ANS não justifica a recusa de cobertura.
Decisão de primeira instância em São Paulo anulou cláusula de contrato de cartão de crédito por taxa destoar da média de mercado e aplicou o Código de Defesa do Consumidor para ordenar a devolução.
Decisão da 3ª Turma afasta a exigência de comunicação prévia para registro de informações no SCR, mas mantém a responsabilidade das instituições financeiras por dados incorretos que causem prejuízo.
Vendedora não informou que o bem era uma Habitação de Interesse Social, o que impedia a locação via Airbnb. Decisão determinou a devolução integral dos valores pagos e a aplicação de multa contra a empresa.
Decisão unânime do plenário manteve condenação de R$ 15 mil e reforçou a responsabilidade objetiva das empresas na proteção de informações de clientes, com base no Código de Defesa do Consumidor e na LGPD.
Decisão da 3ª Turma reforça o dever de informação em financiamentos e determina que o caso, originado em uma ação de busca e apreensão, retorne ao tribunal de origem para nova análise.
Decisão considerou a demora injustificada como falha grave na prestação do serviço e fixou indenização por danos morais, aplicando as regras do direito do consumidor ao caso.
Decisão considerou que movimentações incompatíveis com o perfil de consumo da correntista evidenciam falha na prestação do serviço. Indenização por dano moral foi mantida, mas com valor reduzido.
Decisão do TJ-SP confirmou a falha na prestação do serviço e a reparação por danos morais e materiais, incluindo o custo de passagens aéreas para o retorno antecipado da viagem.
A análise considera quem controlava o objeto e a previsibilidade de um processo para definir as consequências da perda da prova, tanto para o consumidor quanto para o fornecedor.
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